♠ The Joker

A menina que usa fones de ouvido, e dança de acordo com o ritmo. Que usa allstars surrados e calça jeans. Que pensa com seu próprio cérebro e manda em si mesma por isso. Que sente o vento no rosto, que vê as estrelas no céu. Que toca violão e que usa pulseiras hippie. A menina de dread na nuca, de cabelos presos. Que chora, ri, ama e odeia. A que anda distráida, em passos para qualquer lugar onde haja uma praia, uma fogueira e a Lua. A menina que entre notas e cifras, procura a melodia perfeita.

♠ The Vallets

FicWriter ~ Twitter

♠ The Trump Cards

~ Nath L. ~ Cari H. ~May W. ~Marlon C.

♠ The Words


Spoiler. Leia.

Acho que vou matar um. Sério dudes.

Eu posso entender a dificuldade que algumas pessoas tem em compreender que nem todos somos iguais e que gostos e preferências divergem de um ser humano para o outro. Posso mesmo entender isso, e aceito o fato muito bem. Até porque, se todos pensassem igual o mundo seria um lugar ainda mais terrivelmente estúpido do que já é.

Mas o que eu NÃO entendo é a insistência de alguns seres em desrespeitar essas diferenças. Dude, sou capaz de perdoaR várias falhas das pessoas que me rodeiam e obviamente elas devem desculpar dezenas de aspectos meus que detestam também. Agora, como amante de diversos seriados, animes e afins, existe algo que sou simplesmente incapaz de perdoar: Spoilers.

Mano, dê logo um tiro na minha cabeça ao invés de me contar o que vai acontecer num episódio, capítulo ou o fuck que seja que eu ainda não vi. E isso acontece com muito mais freqüência do que posso suportar. (Porque na verdade eu gostaria que não acontecesse NUNCA.)

E o pior é que não posso nem dizer que não estou interessada no assunto, porque esses malditos mal abrem janelas no msn e já soltam o spolier. Assim, do nada. Quando eu leio aquela merda, juro, minha vontade é a de matar o estúpido com uma facada na cabeça.

Não sei mais quantas vezes vou ter que repetir que ODEIO spoilers até entrar na cabeça desse povo. Se eu não pergunto é porque eu não estou interessada, caralho. É tão difícil assim de sacar?

E eu sinto mais raiva ainda porque não sei o que fazer pra enfiar na cabeça desses retardados que simplesmente NÃO QUERO SABER.

Vou começar a distribuir blocks e deletes pelo meu msn para os próximos que me fizerem passar por esse sentimento homicida de novo. Juro.

E não diga que eu não avisei.

 


- Por Aurie J.
Existem várias cartas de copas e de ouros, outras tantas de paus e espadas. But just one Joker.

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Earth Hour

     Eu não vou fazer um post imenso sobre ecologia, sobre como devemos preservar a Terra ou dizer tudo que eu penso a seu respeito por pouco se foder para o clima do mundo. Só saiba que eu já te considero menos do que nada, por ser tão egoísta e egocêntrico.

     A Hora do Planeta é um movimento promovido pela WWF (se você não sabe o que é, eu me recuso a comentar. Vá jogar no Google e sair do fundo da caverna em que vive, dude.) onde durante uma hora, todas as pessoas participantes da campanha apagam suas luzes para mostrar aos líderes globais a preocupação com o aquecimento global.

     Eu não vim aqui te obrigar a nada, nem te dizer o que você deve fazer. Cada um é cada um,  responsável pelas escolhas dos próprios ideais e não é meu objetivo aqui mudar a forma de como alguém deve ver o mundo, ou o que está acontecendo nele agora. Se você acha que gastar luz é legal, que demorar quinze minutos num banho quente vale o derretimento das calotas polares ou que seu conforto é mais importante do que o estado do planeta, não sou em que vai mudar sua opinião. Mas eu quero que você vá pro inferno com ela. Saiba que só por respirar o mesmo ar que eu, sua presença já me incomoda.

    Agora se você acredita que nós podemos fazer diferente, e podemos mesmo conquistar um objetivo se quisermos, então esse post é pra você. Dia 27 de Março de 2010 vamos todos apagar as luzes durante uma hora, das 20:30 às 21:30 e participar de algo muito maior do que nosso egoísmo.

 

    "Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas comprometidas possa mudar o mundo. De fato, sempre foi assim que o mundo mudou."

Margaret Mead

    E nós não podemos ser apenas mais uma espécie no planeta.

 


 

Nosso mundo.

Nosso clima.

Sua escolha.


- Por Aurie J.
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The Truth

 

Hey, dudes.

Bem, cá estou eu novamente depois de algum tempo. A verdade é que andei meio sem vontade de postar nada, até por falta de assunto, mas ultimamente aconteceram umas coisas beeem legais, que eu preciso comentar, sabem.

Primeiro eu adoraria agradecer a UOL por rastrear o meu IP quando excedi o número de tentativas de acertar minha senha para logar no blog. Espero realmente não ser processada por tentar acessar minha própria conta.

Segundo. Eu venho notando uma coisa muito engraçada. Geralmente meus relacionamentos via internet se aprofundam, e acabam virando amizades pelas quais eu desenvolvo laços de afeto. Ou não. A maioria são simplesmente contatos a mais que eu excluo quando me cansam com sua síndrome do morto-vivo. Passa eras despercebido e um dia volta a falar comigo como se fôssemos melhores-amigos-pra-sempre de infância. Aham.

De qualquer forma, esses mesmos relacionamentos são baseados na comunicação online. O que facilita e muito a vida de pessoas que como eu, quando se irritam ou perdem a paciência com os contatos, não hesitam em deletá-los e se esquecer da sua existência. Na verdade, é muito fácil e prático.

Então, da mesma forma como a internet pode ser um laço entre duas pessoas, ela também é uma ótima tesoura.

Mas nem todo mundo gosta de romper com amizades, embora eu veja muita facilidade em fazê-lo quando a pessoa em questão já não passa de nada. Me desculpem se parece arrogância, mas sou uma pessoa naturalmente fria. Dar delete em alguém e logo depois esquecê-la é tão fácil quanto estalar os dedos. Simples assim.

E é sobre uma dessas pessoas que não gosta de dar delete que eu vim falar hoje.

Porque da mesma forma que excluo alguns da minha cabeça, existem outros que ficam, e esses... Ah dudes, não mexam com esses.

Sabe, eu detesto brigas e barracos. Prefiro me retirar de um local onde qualquer ser indesejado esteja para evitar confusão a ficar e criar um bate-boca desnecessário. Sorry, mas gente com síndrome de Maria do Bairro não tem nada de mim além de distância e indiferença.

Mas quando alguém decide mexer justamente com aquela pessoa que ficou em mim, como um laço ou parte importante, então a coisa muda de figura. E muda porque falar de mim o que acha que deve, onde acha que deve é uma coisa. Agora falar de um amigo meu é outra, totalmente diferente.

Eu imagino que de certa forma, tenha parte da culpa pelo que aconteceu com a Lis. Ela não gosta de romper amizades, e é totalmente diferente de mim. Nossas brigas e discussões não estão escritas. Nem caberiam em lugar nenhum, porque sério, ela tem o dom pra me tirar do sério quando quer. Ou parecer querer.

Ela também adora fazer drama. E Deus sabe que eu não tenho nenhuma paciência pra gente dramática ou chegada em melodrama. Me irritam de uma forma que a vontade de matá-las chega a ser dolorosa. Minha gana é a de afoga-la na privada mais próxima quando a Paulina dá as caras no temperamento dela.

Ah, e sem contar que geralmente nossas rixas começam por coisas bobas. Sou uma pessoa arrogante por natureza, e ela é sensível desde que nasceu. Quando nossas personalidades atacam, somos duas crianças de birra discutindo quem tem a boneca mais legal e porquê. Ela me chama de grossa, lixa e insensível. Eu rebato que ela é dramática, chorona e sensível demais.

Por causa disso tudo, nossa amizade já ficou muitíssimo perto de se romper várias vezes. Eu já decidi várias vezes que nunca mais queria falar com ela, que ela me irritava, que eu não agüentava mais ser sempre a vilã da história. Tenho certeza que ela também já pensou várias vezes que meu gênio era cretino demais pra ser suportado (mesmo que ela não admita :D). A mais recente, foi quando conflitamos num ponto em particular, e foi justamente o de defender nossos amigos. Eu penso de uma forma, e ela de outra. Como eu já disse, jamais vou mudar de opinião, foi uma decepção tipo, enorme, que eu jamais esperava. Daquela vez eu tinha certeza que ia ser cada uma pro seu lado pra sempre. Não concordava nem entendia seu ponto de vista, e no dia, sequer o admitia. Hoje eu também não concordo e não entendo, mas posso coexistir com ele. Agora eu já sei que não posso esperar uma posição que sei que ela não vai tomar por conta dos próprios princípios. Cada um é cada um.

De qualquer jeito, essa flor que desabrocha a noite, tem várias outras características peculiares.

Quando nos conhecemos, éramos duas meninas, uma presa entre estudos e livros de uma forma completamente prejudicial, e outra presa numa cidade sem perspectivas de mudança ou crescimento. Com o tempo, ela foi mudando a minha vida de um jeito lento, quase como o vento que muda a face de uma rocha... Além de ganhar espaço entre meus laços, ela se consolidou uma parte de mim que eu mesma não via. Quantas noites foram juntas? Eu a vi desistir várias vezes. Ela me viu sucumbir ao medo do futuro. Mas foi com a ajuda dela que eu enfrentei esse amanhã incerto, e gosto de pensar que contribuí para que ela persistisse no sonho de crescer e ir além.

Ah, os momentos difíceis. Foram muitos. Sabe aqueles dias em que tudo decide ser difícil, e que se algo for dar errado num raio de três quilômetros vai ser contigo? Pois é.

Mas cara, no final desses dias de cão, nós estávamos lá, uma pela outra. Parecia ser o suficiente para nos renovar para as próximas vinte e quatro horas de escrava Isaura.

Então sem perceber, as coisas mudaram e nem vimos! Ela se mudou, eu passei no vestibular. E sequer nos lembramos das duas meninas que lá atrás, tinham certeza que isso jamais aconteceria em suas vidas. Na verdade, eu me lembrava... No fundo, eu estava vendo a minha menina crescer e eu queria que ela continuasse.

Ela sempre foi tão doce e gentil que as vezes via as pessoas magoando-a sem que ela reagisse e isso me irritava. Tanto que eu acabava brigando por ela, por permitir ser machucada desse jeito. No fundo, o que me matava era o fato de estarem atacando uma parte tão importante de mim e ela não estar se defendendo. Então eu tomava suas dores pra mim e ia lá bancar a advogada. Na verdade a carrasco, porque queria mais era cortar a cabeça de quem tinha maltratado a Lis.

Vieram várias adversidades. Vários problemas e vários obstáculos para serem superados. Alguns eram muretas. Outros pareciam a droga da Muralha da China.

Mas cada um desses momentos nos fizeram crescer. Por bem ou por mal, amadurecemos muito, e influenciamos na vida uma da outra. Eu fiquei mais maleável graças a doçura dela. E gosto de pensar que ela ficou mais confiante de si mesma graças a minha arrogância.

Mesmo que em alguns momentos, a personalidade dela e o meu gênio pareceram que iam realmente se matar. Ou pelos menos virar a cara um pro outro e nunca mais se olharem na vida.

Nesses momentos, minha vontade foi de apertar o torcer o pescoço dela. E provavelmente a dela foi a mesma.

Durante 2 anos inteiros, seguimos num caminho tantas vezes tortuoso e complicado. Tanto que várias vezes, o cansaço foi tão grande que pensamos em acabar com tudo.

Mas nós sobrevivemos. E sobrevivemos, porque de alguma forma, deixar de conversar com ela pra sempre era algo estranhamente insuportável. A idéia de entrar no msn para não ver aquela foto em preto e branco na minha lista de contatos online revirava o meu estômago. O simples fato de não poder mais mandar mensagens nada a ver pra ela, me dava náuseas. E tudo isso eram apenas hipóteses. Na realidade, eu tinha certeza que se desistisse dela, aquelas três letras formariam uma ferida que nunca cicatrizaria. Talvez eu me acostumasse com o curativo depois de algum tempo. Mas o machucado sempre estaria lá, e a qualquer momento ele voltaria a doer com as lembranças do passado.

Não ia deixar que ela se tornasse passado. Não conseguia.

E a verdade é que mesmo ela sendo uma mary-sue água com açúcar, uma chorona incontrolável e uma manteiga derretida incorrigível, eu já não sei mais o que eu faria da minha vida sem ela para adoçá-la.

E hoje eu sinto muito orgulho da mulher forte, confiante, corajosa e cheia de vitórias que vi crescer, e gosto de pensar que contribuí um pouquinho que seja para que a sementinha tenha se tornado essa flor branca tão viva, para que a menina tenha virado adulta.

Na verdade, não importa o que aconteça, o quanto nós ainda vamos brigar, o quanto seu drama ainda vá me irritar e a minha canalhice aguda ainda vá te matar de ódio, esse laço não vai se romper. Porque sempre haverão momentos de vitória, sejam eles os de um notebook novo à conquista de um emprego melhor.

E eu vou estar aqui, sempre que você precisar de mim, seja pra te falar o que você precisar escutar, ou pra te ouvir quando tu precisar desabafar.

Porque o que eu sinto por ti, pela nossa amizade, frase nenhuma de três palavras sabe traduzir.

 


- Por Aurie J.
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Depois.

               Ok. Uma semana depois de ter feito a prova, finalmente vim dizer como foi a segunda fase e o pós ENEM. Talvez minha raiva momentânea no domingo passado tenha sido uma das razões que me desmotivaram a escrever naquele mesmo dia. Meus instintos assassinos estavam muito aflorados, diga-se de passagem.

               A segunda prova era sobre matemática e português, mais a redação. E adivinhem só o tema? Ética. Mano, ÉTICA. Num país como o Brasil, os elaboradores pedem uma dissertação sobre ÉTICA NACIONAL. Juro que fiquei dois minutos em estado de choque, encarando a folha com cara de WT?! Mas tudo bem, fiz a redação primeiro, devo ter gastado uma hora para elaborar o texto e passá-lo a limpo. No geral acho que ficou até razoável.

               Então veio Português. Sem modéstia nenhuma, Humanas é a minha área. Fui muito bem mesmo e quase gabarito aquela droga, errei uma questão por besteira, falta de atenção mesmo. Droga. Ahá, e só pra constar, na questão 101 eu sabia que haviam duas alternativas válidas, ok. Inclusive marquei ambas no meu caderno de questões, mas só uma no gabarito (Dã).

               Matemática foi o cão. Não estava difícil, mas eu já estava muito cansada, e teve uma hora em que meu cérebro simplesmente parou de funcionar. Me deu branco. E de repente eu simplesmente não me lembrava mais de nada, como se não tivesse aprendido coisa nenhuma em toda minha vida. Resultado? Péssimo.

               Grudada no computador esperando o raio do gabarito oficial sair para corrigir as respostas e tcharã: Divulgam o gabarito errado.

E não querem que eu fale do governo.

               Mano, DOIS MESES de atraso na droga da prova, e quando finalmente lançam o gabarito, fazem errado. Será que não tem nada que esse bando de incompetentes faça direito?

               Demoraram duas horas pra sacar que tinham feito burrada, e dois minutos pra bolar um discurso de justificativas pra burrada. Ok, ok. No dia seguinte eu corrigi minha prova (nem vou falar quanto tirei.) e numa boa? Acho que fui terrivelmente mal. Droga.

               E de qualquer forma, se eu não passar, ano que vem será outro ano daqueles. Me matando até o osso.

               Num cursinho em outra cidade.

               Damn it.


- Por Aurie J.
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Durante.

Ok. Cá estou, pra comentar o que foi a primeira fase do ENEM 2009.

Tá: Depois de ter tomado banho, café da manhã e trocado de roupas, fui conferir meus documentos. Deixei tudo (cartão de confirmação, lápis, borracha e caneta) num lugar fácil e fui jogar um pouco de Colheita Feliz com a minha prima. Roubar ovos de pato e mel me fizeram ficar tão feliz que esqueci momentaneamente a prova.

Tão feliz que quando dei por mim só faltavam dez minutos pra abertura dos portões e eu ainda não tinha lanchado. Comi a esfirra, tomei uma coca gelada. Com o tanque cheio, que viesse o ENEM.

Minha escola era meio longe de casa, mas cheguei lá faltando uns quarenta minutos pro início da prova, e por sorte as aplicadoras era muito legais, uma delas eu já até conhecia. Esperamos dar o horário e iniciamos todos juntos. Tenso.

Meu caderno (o Azul) vinha com Ciências da Natureza primeiro, o que inclui Física, que eu odeio do fundo do meu útero. Ok, pensei em várias questões: “Porra, aposto que a vaca sabe essa.”

Química foi bem... Havia uma pergunta lá sobre cadeias de carbono que eu tirei na anedota, mas dude, credo, que questão horrenda. Perder meu tempo nela é que eu não ia.

Biologia foi tranqüilo. Lembrei da minha professora falando de genótipos e fenótipos! UAUHAUHAUHAUHA Obrigada, Janesca! \ *-* /

Daí cheguei em Ciências Humanas, e cara, depois disso foi só festa, porque sem modéstia nenhuma eu sou muito fera mesmo em História e Geografia. Compensei as questões da primeira parte com a segunda.

Uma avaliação geral da primeira fase? A prova estava muito cansativa e muito extensa. E aliás, bem mais difícil do que a versão anterior. Tudo bem que eu sempre achei essa história do ENEM uma burrice sem precedentes, mas não esperava que nosso governo fosse tão estúpido. Nem os elaboradores da prova. Mano, 90 questões com enunciados gigantescos e cheios de informações irrelevantes. Com um tempo pra realização TÃO curto, podiam ter diminuído os textos inúteis, né porra?

Quero só ver amanhã. Matemática. Jez.


- Por Aurie J.
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Antes.

          Ok. Está quase na hora de dormir, mas antes eu senti que precisava desabafar. Na verdade, só descrever um pouco tudo isso que está na minha cabeça agora, atolando meus pensamentos de dúvidas e talz. Tá: Desde sempre eu achei essa história do ENEM uma burrice sem tamanho. Só serviu pra mascarar a incapacidade que nosso ridículo governo tem em melhorar a educação pública. Essa historinha de que o ENEM vai acabar com a decoreba e a elitização das universidades é pura babaquice. Mano, que decoreba? Ou você sabe a droga da matéria ou não, ninguém tem plena certeza do que vai cair na prova, mas você estuda algo aproximado, tentando dominar ao máximo a base do que aprendeu na escola. E outra dude, a elitização continua: Quem tem dinheiro vai prestar em várias cidades, quem não tem, vai prestar só na sua e olhe lá. Ou será que todo mundo esqueceu que existem livros pra serem comprados? Geralmente eles não são baratos, sabe.

          Tudo bem, mas não foi disso que eu vim falar. Vim só dizer que meu estômago está gelado, parece que estão criando borboletas dançantes na minha barriga e meus dedos estão frios. Tudo isso por causa de uma única prova.

          Amanhã é o dia. Tudo que eu tinha que estudar, já estudei. E tudo que eu tinha pra saber, já sei. Agora, vai na raça.

          O negócio é o seguinte: VAI ENCARAR? ENTÃO CAI DENTRO, ENEM!

 


- Por Aurie J.
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My happy ending.

Hey, dudes.

Ultimamente eu venho percebendo coisas bem interessantes. Com o final do ano, o ritmo apertou: Provas todos os dias, incluindo sábados e tardes semanais. Matérias de 3 meses revistas em uma aula de 50 minutos (usem a matemática e façam as contas.). Professores aumentando a pressão por causa dos vestibulares e adjacentes. Toda essa babaquice que pré-vestibulandos enfrentam.

Daí, me aparecem casos muuuuito legais que preciso comentar, até porque o blog é meu e foi pra isso mesmo que eu o criei, pra falar o que me desse na telha, na hora em que me fosse interessante.

Cara, só eu (e a vaca) sabemos o quanto essa droga de terceiro ano foi foda. Provas infernais com questões impossíveis do ITA, aulas maçantes no calor infernal que faz aqui nesse Mato Grosso, seis períodos por dia mais brindes nos sábados e pra coroar os horários impossíveis. Ir dormir beirando a meia-noite pra acordar às quatro da manhã do dia seguinte pra estudar pras duzentas provas marcadas pra mesma semana.

Lindo.

Durante um ano inteiro, foi essa rotina. Estudando desumanamente para concluir o ensino médio e ainda concorrer a uma vaga na universidade com o novo método de idiotice do nosso maravilhoso governo: O ENEM. Porra, que vontade de que 2012 se antecipasse.

Daí agora, no final de tudo, depois de todo o maldito esforço, quando finalmente vejo-me livre da escola, me aparecem os seres que ainda não passaram. E é claro, precisam de ajuda pra não perderem o ano letivo.

É um festival de “por favor, me ensina matemática?” ou “tem como me ajudar com física?”; E pior ainda são os que juram que temos (e falo de mim e da cass), por obrigação ensiná-los: “Cara, to indo pra sua casa estudar Português.”

Mano, não venha. Eu não tenho mais que estudar essa droga, sabe? Eu já passei. Enquanto você dormia nas aulas de Literatura, eu obrigava meu cérebro (é, porque graças a Deus eu tenho um só meu e o uso, obrigada.) a estudar as três gerações modernas. Não venha me dizer que eu preciso estudar isso com você ou que eu preciso te ajudar. Eu não preciso fazer porra nenhuma, cara. Foi você quem dormiu nas aulas. Foi você quem não prestou atenção ou não tirou duas horas das suas vinte e quatro pra estudar ou então simplesmente fazer os exercícios de fixação.

É nessas horas em que eu digo: Eu avisei. Porque avisei mesmo, porra. Quantas vezes não pedimos (né, vaca?) pra acordar? Quantas vezes não nos oferecemos pra fazer trabalhos em grupo juntos pra que todo mundo pudesse aprender, mas acabamos fazendo tudo sozinhas? Quantas fuck damn times a gente disse pra que pelo menos, calasse a boca pra escutar a aula? Não quis ouvir, e agora ta aí, chorando porque vai reprovar.

Mano, quer saber? O problema é todo seu. A culpa é toda sua se você vai fazer o terceiro ano de novo e eu to indo pra minha Federal. Eu não tenho obrigação nenhuma de te ajudar com nada.

Ou acha que eu também não tive sono? Eu tive, e muito. Milhares de vezes eu quis deitar a cabeça na carteira, colocar o fone no ouvido e dormir durante uma aula chata. Preguiça? É claro, oras. É muito mais legal ficar no PC a noite toda com a galera jogando CS, L4D ou o que for, do que estudar. É muito mais gostoso dormir a tarde inteira. Muito mais divertido ver televisão, ou sair a noite pra fazer qualquer coisa. Mas acontece que existe uma coisa chamada responsabilidade.

E é exatamente nesse ponto onde somos diferentes.

Eu tive muito sono, mas sabia que precisava prestar atenção na aula. Eu tive muita preguiça, mas sabia que os exercícios iam me ajudar a fixar a matéria, gerar dúvidas. Eu quis dormir a tarde toda, mas acontece que meus livros não iam se aprender sozinhos. Ninguém gosta de estudar e quem fala que gosta é mentiroso. E é mesmo, porque se estudar fosse legal, todo mundo era médico formado na UEL ou passava no ITA de primeira. Mas nem tudo que a gente tem que fazer, é necessariamente o que gostamos.

Não, eu não gosto de estudar não. Mas eu estudei. E você não. Justamente por isso, não me diga que eu tenho obrigação de te ajudar agora. A minha obrigação eu já fiz. Eu me matei durante o ano inteiro, e você não. Eu varei noites inteiras nos livros, e você não. Eu me esforcei pra conseguir o que eu tenho agora, que é o meu certificado de conclusão. Você não.

E é justamente nisso que somos diferentes.

Eu estou livre, sabe. Você não.


- Por Aurie J.
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Cass ♥

 

Obrigada, vaca.

Pela paciência comigo, pelas horas gastas em conversas bobas, ou pelos minutos de silêncio. Dizer obrigado por você ter me escutado quando eu precisei falar, mas também por ter me mandado calar a boca quando eu precisei ouvir. E por ter dito tudo mesmo, sem doce ou rodeios. Por não ficar de cú doce, por aguentar o meu mau humor quando nem mesma eu me suportei. Agradecer por sempre estar aqui, só do meu lado.

Dizer que eu sinto muito por ser tão chata e tão irritante ás vezes. Ou pela minha TPM insuportável. E principalmente por cada abraço que eu não dei, ou por cada gayzisse - não sou preconceituosa, droga, é só modo de dizer. - que eu não fiz. Pedir desculpas pelas vezes em que eu não soube o que falar, ou pelos momentos em que eu devia ter ficado calada, mas acabei soltando palavras. Pedir pra ti me perdoar por cada erro que eu cometi até aqui, porque nunca foi minha intenção deixar você triste, xuxu. (Ou cair num buraco 8D)

Explicar que mesmo que eu não demonstre, tu é mesmo muito importante e agora eu nem sei mais o que faria da minha vida se não te tivesse por perto, cara. Minha vaca preferida com quem eu falo as piores coisas possíveis, as mais nojentas e sem medo de ser feliz! \*-*/ Porque temos as melhores conversas, damos as melhores risadas, ouvimos as melhores músicas e tomamos os melhores sorvetes.

Porque contigo eu posso falar tudo, ou nada e mesmo assim saber exatamente o significado de cada segundo. Porque não há nada sobre mim que tu não saiba, não há nenhum segredo que eu queira manter de você, cara; Porque sabe reconhecer minhas expressões, mesmo quando eu acho que ela não estão dizendo nada. Porque nossas ironias são sempre tão TÃO. Porque adoramos ser más. Porque odiamos mesmo e falamos mesmo. E foda-se quem não concorda com isso, o problema não é nosso. Porque falamos palavrão mesmo, e nos tratamos do nosso jeito. .

E porque só você pra entender o meu humor irônico, pra compreender o meu sarcasmo, pra me olhar depois que eu dei uma indireta e o terceiro não entendeu, com aquela cara de: “Não acredito que você falou isso!”. Porque contigo eu não me importo de virar e confessar coisas em off dumal.

Porque tudo o que passamos juntas, as lágrimas, de alegria ou não, os sorrisos, as risadas, as frases mais bestas, os momentos mais inacreditavelmente únicos, as piadas mais podres, as mais engraçadas, os filmes de terror (ou não), as baguetes MARA, nosso humor negro e malignamente hilário que só nós entendemos, as melhores músicas e todas as lembranças, é isso que vai estar comigo sempre. E isso, nada muda, nunca.

Porque nossa amizade é maior do que qualquer distância e a nossa confiança vai além de estarmos todos os momentos juntas.


 

 

Porque você me faz tão bem.

Because I love u so much my damn fuck sutpid little cow.

    Obrigada por ser a melhor parte de mim.


- Por Aurie J.
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The Joker

1. Nome ?

Dispensável.

 

2. Quantidade de velas no teu último aniversário?

Não tive velinhas e meu bolo foi um rocambole de brigadeiro e prestígio :3

 

3. Você faz pedido às estrelas?

Pra quê? D:

 

4. Tatuagens?

Por enquanto não.

 

5. Piercings?

Noopz. Quem me dera, né.

 

6. Gosta da tua letra?

Às vezes... Acho que depende do meu humor. :D

 

7. Já ficou bêbada?

Já. Foi na primeira vez que experimentei fazer vietnã. Se eu ensinar acho que vou presa por estar incitando ao alcoolismo. UAHUHAUAHUAHUAHAUH

 

8. Peixe ou carne?

Depende.

 

9. Música favorita?

Só uma? Heresia, amo várias.

 

10. Champanhe ou Cerveja?

Vodca!

 

11. Filme preferido?

Armageddon, V for Vendetta e Lucky Number Slevin.

 

12. Flores?

Lírios.

 

13. Lugares em que estive e que voltaria?

Chapada.

 

14. Saltarias de bang-jump?

Isso é uma pergunta retórica? Uma das coisas que vou fazer antes de morrer é ir até a África do Sul, saltar da plataforma em Bloukrans River Bridge. Isso se até lá não fizerem um ainda mais alto.

 

15. Desamarra o sapato antes de tirá-los?

Quando não tem outro jeito.

 

16. O que você tem debaixo da cama?

Meu bicho-papão de estimação.

 

17. Tem sorvete favorito? Doce preferido?

Passas ao rum. Qualquer coisa de limão.

 

18. Qual o primeiro pensamento ao acordar?

“Voltar a dormir.”

 

19. E o último antes de dormir?

“Quando é que as férias chegam mesmo?”

 

20. De quem você sente saudades?

Do meu preto. Minha horcrux mais preciosa, que se foi.

 

22. Que cor de calça e sapato você está agora?

Pijama de short azul marinho, e blusa listrada de azul e branco. Descalça.

 

23. Qual foi a última coisa que comeu hoje?

Passatempo de chocolate com danoninho.

 

24. O que você está escutando agora?

Linkin Park.

 

25. A última pessoa com quem falou ao telefone?

Desliguei a última pessoa sem atender quando vi o número na tela do celular. Não acordo pra atender ninguém, só minha mãe. 8D

 

26. Bebida favorita?

Suco de abacaxi com hortelã. Sprite/Soda, Fanta e Kuat. Gatorade na academia é mara \*-*/

 

27. Esporte favorito para ver pela TV?

Campeonato Mundial de nine ball. Pôquer também é mara.

 

28. Programas de TV que assistia quando criança?

Tem tanta coisa... Bambuluá, Saint Seiya, Sítio do Pica-pau amarelo. Cara, e Castelo Rá-tim-bum! Amava esse programa! :3

 

29. Programas de TV que assisto hoje?

CQC, Quinta Categoria, Man vs. Wild (Á prova de Tudo); todos os telejornais que consigo (maldito enem.); Friends, Two and a Half Man, SuperNatural, House M.D. E Vampire Diaries. Real Vampire Don’t Sparkle!

 

30. Comida favorita?

A da minha mãe. Mas sou uma pessoa que naturalmente gosta de comer.

 

31. Dia favorito do ano?

Não é um fixo... Os melhores dias dos meus anos foram aleatórios. Marcados por momentos e pessoas inesquecíveis.

 

32. Beijos ou abraços?

Os dois.

 

33. Que livro está lendo?

1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a história de Portugal e do Brasil. – de Laurentino Gomes.

 

34. O que tem na parede do seu quarto?

Fotos. Muitas fotos. E flores de EVA roubadas do painel da escola.

 

35. O que assistiu ontem à noite na TV?

Man vs. Wild

 

36. Decepções que teve na vida?

Só me decepciono comigo mesma. Nunca com os outros porque não espero nada de ninguém. Pessoas são como são.

 

37. Uma característica sua?

Meu santo e cretino livre arbítrio.

 

38. Se fosse outra pessoa, seria seu amigo?

Jamais. Eu não faria questão de falar comigo mesma. :D

 

39. Um recado/frase?

♪ E a gente vive junto, e a gente se dá bem. Não desejamos mal á quase ninguém ♫ Né, horcruxes queridas? \ *-* /


- Por Aurie J.
Existem várias cartas de copas e de ouros, outras tantas de paus e espadas. But just one Joker.

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Testando

Um, dois, três. Testando.


- Por Aurie J.
Existem várias cartas de copas e de ouros, outras tantas de paus e espadas. But just one Joker.

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